Hoje a tarde tive o prazer de participar de uma discussão a respeito de um tema que muito me chama a atenção: o Feminismo. Confesso que estou longe de ser um estudioso do assunto, mas tenho minhas opiniões com base em observação contínua ao longo dos anos.
Em primeiro lugar quando pensamos em feminismo pensamos em liberdade. Liberdade, no entanto é um conceito extremamente aberto e relativo e é nesse conceito que o movimento se perde. No Século XIX e início do Século XX a liberdade que se buscava era a de votar, de se expressar, de participar nas decisões familiares... Com o passar dos anos, essa busca passou a ser a da liberdade de "pensar", de trabalhar, de progredir e crescer. Com muito esforço e sacrifícios todas essas liberdades foram de uma forma ou de outra sendo alcançadas, porém a liberdade pode ser traiçoeira, quanto mais se tem mais se quer ter, e a partir desse ponto aquilo que era positivo e edificante passou a ser prejudicial e desestruturador, principalmente quando se trata de relacionamentos. A partir do momento em que a mulher decidiu que tinha liberdade de iniciativa e que não mais precisava esperar pelas investidas masculinas, passou a ser menos cortejada, afinal de contas um homem minimamente inteligente entende que, diante da quantidade esmagadoramente superior de mulheres em relação aos homens, sem qualquer esforço, por mais que não seja a "cereja do bolo", no final da festa ele não terá ficado sem o seu "pedaço".
Na questão profissional a grande confusão foi no momento de conciliar o trabalho com a família. Independente de crenças ou teorias o fato é que a mulher é quem é capaz de dar a luz e por conta das limitações que essa condição pode impor, ao homem foi dada a responsabilidade de prover. A partir do momento que a mulher decide que mais lhe vale ter sucesso do que ter filhos parte do próprio propósito de sua existência passa a ser eclipsado. E com isso toda a sociedade passa a sofrer e agonizar. Não que a mulher não deva trabalhar e estudar, MUITO PELO CONTRÁRIO, mas a ânsia de alcançar o MESMO que os homens acaba por prejudicá-las mais do que beneficiá-las. Afinal de contas você consegue imaginar algum benefício na hipótese de os homens começarem a lutar pelo direito de igualdade com as mulheres no que tange a maternidade?
Veio então a liberdade sexual. Aí foi onde a coisa desandou de vez. Desde sempre a mulher foi protegida e de certa forma privada dos "prazeres da carne", ao passo que aos homens tudo era lícito, ainda que entendendo ser isso errado não podemos mudar uma realidade que levou milênios para se desenhar. Devido a esse processo a mulher desenvolveu uma expectativa e perspectiva muito mais apropriada do relacionamento íntimo entre homem e mulher, ao passo que para o homem esse mesmo relacionamento banalizou-se ao ponto de poder ser "comprado" por miséria. Anos de injustiça despertaram na mulher moderna a ânsia de desfrutar do mesmo que os homens sempre desfrutaram, mal sabiam quão pior isso seria, facilitaram a vida dos aproveitadores e passaram a sofrer duplamente, em outras palavras institucionalizaram o estupro. Sim, pois, por mais que existam algumas poucas mulheres que consigam MESMO manter relações sexuais sem se apegarem, a GRANDE maioria continua esperando noites de "conchinha" e café da manhã na cama. Dessa forma cavaram sua própria cova e sofrem sem saber o que fazer. Alguns podem argumentar que esse é um processo e que com o tempo elas se adaptarão, mas aí eu me pergunto: será que vale a pena mesmo acabar com o romantismo, o cavalheirismo, o cortejo e etc... Se as coisas continuarem assim, os homens, que são em menor quantidade e qualidade em breve passarão a receber flores e bombons para se darem ao luxo de dispensar uma ou outra pretendente. Ou ficarão em casa, sem filhos, assistindo sua série favorita, jogando pelada com os amigos enquanto as esposas insatisfeitas ralam das 7h as 18h da noite. "Negoção" hein!? =/
Aquele Abraço!
Nenhum comentário:
Postar um comentário